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Quando é a hora de reformar?

Considerada a “cirurgia plástica” dos escritórios e edifícios, o conjunto de medidas que compõe o retrofit pode reduzir em até 40% o consumo da energia elétrica.

Chega a hora de se retrofitar um imóvel quando o desgaste de suas instalações é tanto, que sua aparência chega a depor contra a empresa, transmitindo um abandono ou uma estagnação no tempo.

Outra situação é o aumento ou diminuição do efetivo, faltando ou sobrando espaços respectivamente.

Porém, no atual momento econômico do Brasil, com a necessidade de redução de custos e, por consequência, do quadro de trabalhadores, a mudança dos imóveis é de suma importância, podendo haver uma simples mudança de layout, com a devolução de um ou mais andares, bem como a mudança para outro imóvel de menor metragem e, por conseguinte de menor custo de locação.

A palavra de ordem neste momento é a otimização do uso dos espaços e, quando possível, sua empresa pode se estabelecer em um único imóvel, com uma recepção, uma portaria, uma equipe de segurança.

O Secovi-SP dá o exemplo de duas situações básicas para a aplicação do retrofit. São elas:

  • Quando a recuperação reduz custo em comparação a uma construção nova.
  • Quando, no caso de uma edificação histórica, essa intervenção cria condições para novas funções e facilita o seu uso.
  • Em qualquer uma dessas situações, o Retrofit tem o sentido da renovação, diz o SECOVI, onde o Retrofit exige que se encontrem soluções integrais para as fachadas, instalações, elevadores, proteção contra incêndio e outros itens.
  • A redução do prazo e a adequação geográfica do imóvel servem de estímulo à adoção dessa prática.

Medidas que levam em conta o conceito de Retrofit:

  • Atualização da edificação com sistemas de segurança, informática e telefonia
    Muitas empresas e condomínios têm optado em fazer o retrofit da parte elétrica e eletrônica de seus andares utilizando um piso elevado, em vez de colocar os cabeamentos pelo forro. Segundo as fontes consultadas, o resultado é melhor esteticamente, pois os fios ficam menos à mostra, e também facilita os trabalhos de manutenção e instalação dos equipamentos.
  • Instalação de ar-condicionado central e sistemas de iluminação
    Também pensando na parte estética da reforma, algumas empresas têm instalado um forro de gesso para esconder as instalações de ar condicionado, juntamente com os fios da iluminação.
  • Reforma da portaria, hall e elevadores
    Também com finalidade estética, tem o objetivo de valorizar o patrimônio. Uma simples troca na decoração do hall, no entanto, não constitui o Retrofit. Retrofit não é maquiar os defeitos, mas melhorar e aprimorar as instalações de uma edificação.
  • Programação dos andares
    Pode ser tanto visual (estética) quanto uma redistribuição da área construída. Nesse último caso, em que se divide um andar, por exemplo, em várias salas ou apartamentos, constitui-se um Retrofit com alteração de planta ou projeto. É necessária a aprovação da nova planta na prefeitura.
  • Modernização da fachada
    Pode ser feita uma alteração radical, como a colocação de estruturas metálicas ou a troca de vidros e janelas. Alterações mais simples, como a mudança da pintura ou a troca de tintas por pastilhas (e vice-versa) também podem ser consideradas Retrofit. O objetivo dessas intervenções é estético e pode gerar a valorização do imóvel. Para alterar a fachada é preciso aprovação da prefeitura local.
  • Outros tipos de Retrofit
    – Instalação de sistemas de prevenção e combate a incêndios;
    – Catracas com sistemas digitais de identificação (informatização de dados cadastrais dos usuários para melhor controle de entrada e saída de pessoas).
    – Caixilhos de madeira são tratados ou substituídos por alumínio ou PVC, por permitirem vedação perfeita, diminuírem o barulho externo e exigirem pouca manutenção;
    – Substituição de fusíveis por disjuntores

Fonte: Sindiconet

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